Quem Somos

Roma. Firenze. Toda a Itália.

Não vendemos o mundo. Dominamos um país só — e o conhecemos por dentro.

Uma família de viagem

Nicholas Giuliano nasceu em Roma, filho de pai italiano e mãe brasileira. O pai, Giovanni, dedicou quarenta anos a desenhar viagens como diretor técnico de agências — e foi entre mapas, itinerários e histórias de destino que Nicholas cresceu. A viagem, para ele, nunca foi um negócio que se aprende. Foi a língua de casa.

Tenuta toscana com alameda de ciprestes
Colinas da Toscana ao entardecer
Do vinho à vocação

Aos vinte e poucos anos, um período no mundo da gastronomia despertou nele uma paixão que viraria ofício: o vinho. Mudou-se para Florença e tornou-se sommelier — e foi ali, entre as colinas da Toscana e as adegas que poucos estrangeiros conhecem, que entendeu qual seria seu trabalho. Não mostrar a Itália. Fazer com que as pessoas a vivessem.

Onze anos, um país só

Há mais de uma década Nicholas faz uma coisa só, com obsessão: a Itália, vivida por dentro, em todas as suas formas. Do castelo na Toscana ao apartamento de luxo em frente ao mar de Positano; da vinícola premiada ao borgo medieval que nenhum guia menciona.

Luxo, grupos, viagens sob medida — sempre na Itália, sempre com operação própria no destino. Por anos desenhou itinerários para um dos mercados mais exigentes do mundo, onde o erro não é perdoado. Essa disciplina é hoje a base de tudo o que oferece.

O Brasil não é um mercado novo. É uma origem.

A ligação de Nicholas com o Brasil não nasceu de uma estratégia, mas de uma raiz: sua mãe, Adriana Namen, é brasileira e dedica a vida à arte de receber. Crescer entre Roma e o Brasil ensinou a Nicholas que a Itália e o Brasil se entendem sem tradução — na mesa, no calor, no jeito de acolher. Cidadão brasileiro, ele criou a Dimora Travel para oferecer ao Brasil exatamente o que aperfeiçoou: a Itália verdadeira, escrita e vivida em português.

Mesa e acolhimento à italiana, à beira do mar
Por que “Dimora”

Dimora, em italiano, é o lugar onde se habita — ainda que por pouco tempo. Não é um hotel onde se dorme: é uma casa onde se está. Onde quer que você vá conosco, não será um turista de passagem. Estará na sua dimora.

Por isso nosso símbolo é uma chave: a que abre todas as portas — as dos palácios e vinícolas, e as que não estão em nenhum mapa.

A chave da Itália autêntica.

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